Ponha-se ao meu lado, meu menino. Não sei por que ainda te escrevo se das minhas palavras tu faz tão pouco caso. Já não o conheço mais, não sei de tuas histórias e de tuas dores. Bata em minha porta às quatro da tarde, estarei leve para ti. Prepararei um café para nós dois, então me traga flores. Rosas vermelhas, meu amor. Ao entrar em meu ninho, deixe fora teus medos e tuas armaduras. Quero-te inteiro em mim. Desabe a falar sobre tuas dores, e sobre esses nossos dias tão frios. Postei-me aqui, diante de ti com o coração aberto, meu menino. Quero de ti nada mais do que a tua sinceridade. Olhe este álbum de fotos antigas, enxergue nossos sorrisos. Vê, meu menino? Éramos tão felizes. Não me venha com conversas sobre ilusões, pois estou certa do que fui capaz de sentir. Conheço teu coração também, menino. Eu não o enganei quando lhe disse às duas da manhã que o amava. O que me entristece, meu doce menino, é ver toda esta camada fria que fora posta sobre nós dois. Há tanta neblina aqui que nos cega, nos perdemos. Tu foste acolher-se em braços alheios. Não faz isso, meu menino. Teu lugar é em meu ninho. Tu és dono do meu afago. Já são quatro da tarde, e de ti ainda não sei, não vi. O silêncio ainda faz morada aqui dentro. De tuas rosas, nem senti o cheiro, nem senti o encanto… Não desfrutei da tua sinceridade, e toda a leveza tornara-se um fardo. Tu esqueceste menino, do meu canto. Esqueceste do nosso encanto. Segue teu caminho, com tuas metades. Ando tão cansada desse teu meio jeito de ser entregue. O café esfriou, menino que era meu. E eu também.
Ponha-se ao meu lado, meu menino. Não sei por que ainda te escrevo se das minhas palavras tu faz tão pouco caso. Já não o conheço mais, não sei de tuas histórias e de tuas dores. Bata em minha porta às quatro da tarde, estarei leve para ti. Prepararei um café para nós dois, então me traga flores. Rosas vermelhas, meu amor. Ao entrar em meu ninho, deixe fora teus medos e tuas armaduras. Quero-te inteiro em mim. Desabe a falar sobre tuas dores, e sobre esses nossos dias tão frios. Postei-me aqui, diante de ti com o coração aberto, meu menino. Quero de ti nada mais do que a tua sinceridade. Olhe este álbum de fotos antigas, enxergue nossos sorrisos. Vê, meu menino? Éramos tão felizes. Não me venha com conversas sobre ilusões, pois estou certa do que fui capaz de sentir. Conheço teu coração também, menino. Eu não o enganei quando lhe disse às duas da manhã que o amava. O que me entristece, meu doce menino, é ver toda esta camada fria que fora posta sobre nós dois. Há tanta neblina aqui que nos cega, nos perdemos. Tu foste acolher-se em braços alheios. Não faz isso, meu menino. Teu lugar é em meu ninho. Tu és dono do meu afago. Já são quatro da tarde, e de ti ainda não sei, não vi. O silêncio ainda faz morada aqui dentro. De tuas rosas, nem senti o cheiro, nem senti o encanto… Não desfrutei da tua sinceridade, e toda a leveza tornara-se um fardo. Tu esqueceste menino, do meu canto. Esqueceste do nosso encanto. Segue teu caminho, com tuas metades. Ando tão cansada desse teu meio jeito de ser entregue. O café esfriou, menino que era meu. E eu também.